quinta-feira, 12 de maio de 2016

Como o Espiritismo pode ajudar o povo brasileiro nessa hora de turbulência social e grande instabilidade política?

Atentemos para o trecho da obra "O Gênio Céltico e o Mundo Invisível" de Leon Denis:

"O Espiritismo é o maior e mais solene movimento do pensamento que se produziu desde o aparecimento do Cristianismo. Não somente pelo conjunto de seus fenômenos, ele nos traz a prova da sobrevivência, mas sob o ponto de vista filosófico, suas consequências são mais grandiosas. Com ele, o horizonte se aclara, o objetivo da vida torna-se preciso, a concepção de Universo e de suas leis aumenta, o pessimismo sombrio se esvaece para dar lugar à confiança, à fé em destinos melhores".

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Notem a grandiosidade do pensamento do mestre Leon Denis. Ele afirma que o Espiritismo tem implicações científicas, mas as implicações filosóficas nos levam a uma noção de espiritualidade, cuja dimensão está além de possuir uma religião e professa-la num templo ou em encontros institucionais.

Essa face filosófica do Espiritismo mostra-nos que não somos brasileiros, mas estamos brasileiros. Somos Espíritos imortais.

Natural que como espíritas tenhamos nossas convicções políticas até mesmo partidárias em alguns casos, todavia como espíritas não se justifica o ódio pregado por alguns contra pessoas que pensam diferente.

Somos conhecedores da lei de causa e efeito, mas a seguinte pergunta se faz necessária: Acreditamos ou não acreditamos realmente na onipresença divina e na infalibilidade dessa lei?

Eu também estou indignado com alguns fatos que estão acontecendo em nosso país, todavia tenho me policiado, a fim de não ultrapassar o limite da educação e dos meus direitos em reivindicar um país melhor sem ódio contra o semelhante, pois não é isso que a doutrina espírita tem me ensinado. Não estou aqui a julgar ninguém em especial, mas preocupo-me com as proporções materiais e sobretudo espirituais que esse ódio vai tomar no futuro independente de continuarmos ou não encarnados no Brasil.

Argumentar contra um governo, não falo especificamente do PT, PMDB ou qualquer outro partido em especial é direito legítimo e até, ao meu modo de ver, um dever de cidadão, mas antes de sermos cidadãos não podemos nos esquecer que somos Espíritos também sujeitos à lei de causa e efeito.

Vamos passar isso juntos, tentando um asserenar a angústia do outro. Não podemos sintonizar com a revolta das Trevas que é um fato espiritual nessa época de transição planetária. Nosso Brasil é alvo direto desses Espíritos endurecidos no mal.

Ao meu modo de ver não basta fazer orações pelo país e por todos, é necessária, sim, a militância social pacífica, mas não se justifica o deboche, o sarcasmo que também são formas de ódio.

Jesus está no "leme" ou esquecemos disso? DIAS MELHORES VIRÃO! NÃO É UMA QUESTÃO DE CRENÇA, MAS CERTEZA!!

Asserenemos o nosso coração e paremos de atacar os outros de forma gratuita. Vivamos esse momento que não é de derrota, mas começo de vitória e grande transição numa democracia que nunca foi feita realmente para o povo nesse país!

(Texto publicado no Facebook em 17/03/16)

Por que postar um conceito budista num grupo virtual espírita?


Por que somos da opinião que todo conceito emanado das dimensões superiores do mundo espiritual é igual em essência e diferente na forma aqui no mundo dito material. O que não podemos confundir é Budismo como instituição com Espiritismo institucional. Posso garantir que a essência do que Buda ensinou é idêntica ao que Jesus pregou, apenas para pessoas de cultura diferente em época diferente. O que nos impede de ver isso é o fanatismo. Mas voltemos ao assunto desapego...

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Existe um grande desafio existencial em nossa caminhada evolutiva atual: o equilíbrio entre desapego e o ato de saber lidar com a reciprocidade sem apegar-se a ela ou tornar-se dependente dela, ou seja, aprendermos a gostar sem nos tornarmos dependentes de uma pessoa ou instituição e quando fizermos algo por alguém não nos magoarmos com a falta de reconhecimento desse alguém. Façamos duas 'perigosas' perguntas a nós mesmos: Gostamos das pessoas ou ideologias ou precisamos emocionalmente delas, a fim de que completem algo em nós que cabe a nós mesmos completarmos? Já damos conta de amar incondicionalmente? Muitos preferirão não fazer essas perguntas, pois elas exigem "desconstrução" profunda de conceitos formatados emocionalmente dentro de nós, padrões sociais de comportamento que precisam ser revisados com muita delicadeza para não estourar uma 'bolsa de pus emocional' dentro de nós chamada carência e causar uma séria infecção sentimental chamada culpa.

Desapego é preservação psíquica...

(Texto publicado no Facebook em 16/03/16)

A herança divina



Nascemos pela vontade do Pai Maior.

Vivemos pela vontade própria à luz da Lei Divina de causa e efeito.

Todos nós somos herdeiros do Pai Amantíssimo.

Essa Inteligência Suprema nos fornece o ar, a água, o calor, a terra e o alimento para o corpo físico, mas também a brisa suave da misericórdia, a temperatura ideal do afeto singular, o espaço para reflexão dentro de nós mesmos e o amor como alimento do Espírito.

Oriente, Ocidente, Norte, Sul, masculino, feminino, bem e mal são apenas pontos de observação em perspectivas diferentes que nos levam ao mesmo destino: a felicidade.

Tudo se volta para a preservação da vida. O corpo físico, ao longo da evolução biológica, conquistou o automatismo necessário para que o Espírito encarnado tenha mais tempo para se preocupar com as coisas da imortalidade.

Temos todas as condições, todos os instrumentos necessários, todas as oportunidades possíveis para cada momento. Resta-nos usufruir dessa magnífica oportunidade, a vida no corpo de energia densa, para aprendermos a compartilhar tolerando, ajudar de forma desapegada, analisar com indulgência, corrigir com compaixão.

Não somos Deus, mas Ele está dentro de nós em forma de amor, a única Lei Essencial.

Há uma nova onda vibratória “invadindo” o planeta Terra, chama-se amor que começa a sair das profundezas do inconsciente de cada um de nós, a fim de aflorar como rosa de luz em nossa consciência. 

Que a paz esteja com todos!

Ahmed
(Texto publicado no Facebook em 13/03/16)

Como espíritas estamos preparados para termos uma experiência de verdadeira espiritualidade?

Selecionei um trecho do livro "Psicologia e Espiritualidade" do psicólogo espírita Adenauer Novaes:

"Denominamos espiritualidade tudo que se refere à natureza subjetiva do ser humano. Seu aspecto psíquico, não material, transcendente às concepções físico-energéticas, distanciado do causalismo fisiológico, muito embora interferindo nele. É na sua manifestação amorosa, sensível às emoções nobres não contaminadas pelas conexões lógicas do ego, que vamos encontrar essa natureza espiritual. Espiritualidade não é Espiritismo ou espiritualismo, é amorosidade e inclusão da percepção do espírito como ser existente e eterno".

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Vejo no pensamento de Adenauer uma afirmação de que a experiência de espiritualidade ultrapassa o conceito de possuir uma religião ainda que trabalhemos no respectivo movimento pertencente a ela. Não são apenas transformações fisiológicas geradas pela mente, mas as ultrapassa, pois é um estado emocional perene. Quem alcança uma experiência desse tipo não mais se importa com convenções institucionais. É uma experiência totalmente pessoal e intransferível. Espiritualidade é amor transformado em:

* Alteridade - a capacidade de se harmonizar com o diferente sem misturar a sua singularidade com a do outro.

* Desapego sem indiferença.

* Sentimento de responsabilidade, não vício de santificação.

* Paciência sem preguiça ou procrastinação.

* Renúncia sem autoanulação.

* Indulgência baseada no autoamor.

* Caridade sem superproteção.

* Autoconhecimento experimentado no contato social.

*Análise sem preconceito.

Ficaríamos aqui por horas e não definiríamos todas as possibilidades que essa palavra nos oferece...

(Texto publicado no Facebook em 14/04/16)

Ligação verdade interior/felicidade


Escreveu o Espírito Ermance Dufaux no livro "Mereça ser Feliz" - capítulo 4: "A verdade que conheceremos e nos libertará será sempre a Verdade sobre nós mesmos, e a doutrina será uma senda segura para a aquisição dessa conquista da alma: a consciência de si que nos ensejará elementos para transitar na evolução com felicidade"

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Vivemos em busca de revelações externas que nos forneçam informação como instrumento de poder, às vezes até como mecanismo de fuga para as nossas necessidades de reforma íntima. Por isso Ermance afirma que a verdade que procuramos, muitos ainda de forma inconsciente, é a Verdade interna. O Livro dos Espíritos, de forma magnífica, afirma que as Leis de Deus estão na nossa consciência, portanto somos marcados por essa verdade inabalável, todavia nossas "verdades" baseadas no orgulho e egoísmo em seus vários afluentes nos causam uma sensação de falsa autossuficiência que, diferente da autonomia, nos leva ao afastamento de nós mesmos e das pessoas com as quais precisamos travar contato evolutivo nessa atual encarnação.

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A felicidade genuína não é baseada em acúmulo de informações científicas, filosóficas ou religiosas. Não é uma questão para "iniciados", mas para merecedores. Merecer significa usar a lei de causa e efeito para o bem.

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Querer ser feliz através da verdade alheia é como desejar enxergar com um óculos não adequado para o nosso grau de deficiência visual.

(Texto publicado no Facebook em 04/03/16)

terça-feira, 3 de maio de 2016

Apego


Segundo o Espírito André Luiz no livro Evolução em Dois Mundos (capítulo 7 - 2ª parte), 2/3 (dois terços) da humanidade quando desencarna continua ligada a interesses terrenos. Ficamos a nos perguntar: Quais as razões para tanto apego?


Não é mais o medo da morte, pois grande parte desses Espíritos já sabem que estão desencarnados. Ao meu modo de ver é um sombrio condicionamento mental conhecido como medo de amar. Esse medo de amar é responsável pelo endurecimento no orgulho quando dizemos assim: "Se abrir a minha guarda, as pessoas montam". Logicamente devemos ter nossas defesas psicológicas para os aproveitadores e "vampiros emocionais", todavia esse fraco argumento não justifica a falta de interesse por saber a própria essência. Outros dizem para não nos preocuparmos com essas questões, pois elas são equacionadas naturalmente com a lei de evolução. Ótimo "argumento" para justificar a preguiça mental e a manutenção do egoísmo.

Graças a Deus a dor existe como processo educacional para nossa teimosa permanência cômoda e voluntária na ignorância. Quanto mais falsidade perante si mesmo, mais sofrimento que é a não aceitação da dor. Graças a Deus chega um ponto que nos desencantamos com a vida materialista, pois encantamento quer dizer estar enfeitiçado de forma mágica e ilusória por algo ou por alguém. Após esse desencantamento ou desilusão vem a revolta dos primeiros contatos com a realidade. Depois a conscientização da necessidade de reforma íntima através do autoconhecimento. Em estágio consciencial superior vem a serenidade e a autorrealização, logo após a autoiluminação. Não sei explicar como são esses dois estágios mentais, pois ainda não cheguei lá... Rsrs.

Apego a ideias, a coisas ou a pessoas é somente ilusão que quando desperta torna-se fruto muito amargo.

O importante disso tudo é que chegaremos a esses estágios elevados de consciência. Precisamos somente unir o que está esparso dentro e fora de nós. Unirmos esforços em nome do bem comum. Unirmos forças para aprendermos a amar.

(Texto publicado no Facebook em 03/03/16)

Por que reagimos contra a realidade?


Joanna de Ângelis responde no livro Vida, Desafios e Soluções:

"Há, quase sempre, nos indivíduos, uma reação psicológica contra a verdade. Deseja-se sempre ouvi-la, porém, como se assevera popularmente, dourando-se a pílula, isto é, escamoteando-a. Certamente, não se deve zurzi-la (golpea-la) como um látego (chicote), que é uma forma neurótica de agir, de impor-se com a sua verdade, ferindo e, dessa maneira, sentindo-se triunfante, em mecanismos perturbador de falsa superioridade moral. Todo aquele que assim procede é portador de grave complexo de inferioridade inconsciente, que se exibe com autoridade e fiscal da fragilidade humana. A verdade deve ser ministrada com naturalidade, suavemente, sem alarde, sem imposição, mas também sem ser falseada, sem perder a força do seu conteúdo".

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Sempre com muita profundidade, Joanna nos mostra como ainda preferimos, por autoengano, 'fingir' que aceitamos a verdade, aceitando apenas parte dela e vivendo muitas vezes uma vida dupla na qual os nossos atos não correspondem aos nossos pensamentos. No imaginário popular ainda predomina o pensamento mágico de que vamos ser salvos por alguém, que se utilizarmos amuletos ou fizermos simpatias nossa vida melhorará. Resquícios reencarnatórios da época na qual o pensamento mágico ainda vigorava na mente humana.

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Por isso toda ideia nova sofre grandes ataques e condenações preconceituosas por parte dos arrogantes que nem sequer se dão ao trabalho de estuda-la. Se ela realmente for boa prevalece sobre qualquer preconceito. Acho que a verdade mais escamoteada pelo ser humano é intuir que é um Espírito imortal regido pela lei de causa e efeito e não querer viver com essa certeza de ser responsável pelos próprios atos e consequências.


(Texto publicado no Facebook em 02/03/16)

E se Jesus voltasse hoje? (situação hipotética)


Ele seria católico, evangélico, Espírita ou adotaria uma religião Oriental ou nenhuma delas?

Seria heresia de minha parte achar que Jesus poderia voltar como mulher ou na etnia negra?

O que Jesus modificaria dos estudos que, no geral, são feitos do Evangelho que ele edificou?

Será que, depois de um brilhante trabalho de vivência do amor no corpo físico, se ele dissesse a verdade sobre a identidade dele nós acreditaríamos?


Eu fico pensando: depois de dois mil anos de Evangelho ainda se briga pela convicção de onde Jesus nasceu. Perde-se um montão de tempo tentando provar que Maria Madalena não era prostituta antes de conhece-lo. Muitos espíritas ficam aborrecidos quando digo que Maria quando teve Jesus, por meios de gestação normal, não era mais virgem. Alguns até se pudessem apedrejariam o expositor que falasse que Jesus realmente teve uma atitude mais enérgica com os vendilhões do templo, agora veja bem, eu falei enérgica e não violenta. Já ouve muita briga no movimento espírita (acho que ainda há resquícios dela) se Jesus teve um corpo fluídico materializado apenas ou se o corpo dele era físico como o nosso. Briga-se ainda uns por acharem que o Espírito da Verdade é Jesus, outros por acharem que não.

Essas e outras 'pesquisas', ao meu modo de ver, não atingem o núcleo da mensagem do Evangelho: o amor tanto no convívio intrapessoal (autoamor) quanto no convívio interpessoal (com a sociedade).

Será que essas discussões apaixonadas não são uma forma de fugirmos do processo de reforma íntima?

Tenho em mente que os estudos arqueológicos e textuais da Bíblia e do Novo Testamento, assim como qualquer outro estudo dos livros chamados sagrados, têm que estar voltados para o interior do ser humano e não apenas para reconstituição de uma história da sociedade.

Escrevo tudo isso baseado no grande mestre Allan Kardec quando dividiu o Evangelho em cinco partes: os atos comuns da vida de Jesus, os milagres, as predições, as palavras que cada ramificação cristã tomou para elaboração de seus dogmas e a parte moral. Os quatro primeiros, disse ele que ainda ficam, em muitos detalhes, no campo da especulação, mas a parte moral (prefiro chama-la de ética) é inabalável. A ética é algo bom e válido para todos... Estudos técnicos sobre o Evangelho sim, mas sempre voltados para a ética proposta por Jesus!

(Texto publicado no Facebook em 01/03/16)

quinta-feira, 7 de abril de 2016

O ter e o ser...

Estava ainda pouco estudando o livro Vida, Desafios e Soluções pelo Espíritos Joanna de Ângelis e deparei-me com o seguinte trecho:

"Não se creia, portanto, equivocadamente, que a finalidade primeira da conjuntura existencial seja viver bem, no sentido de acumular recursos, fruir comodidades, gozar sensações que se renovam e exaurem, alcançando o pódio da glória competitiva e todos esses equivalentes anelos do pensamento mágico, partindo para as aspirações fenomênicas e miraculosas dos privilégios e das regalias que não harmonizam o indivíduo com ele mesmo".

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Vivemos muitas vezes em busca do "ter" que tem como sintomas as seguintes ações:

* Trabalhar desesperadamente para manter um padrão de vida que nossa remuneração não permite. Trocamos o nosso descanso, tempo com a família e o nosso lazer, por horas-extra ou empregos-extra para cobrir nossa ostentação no final do mês. Nesse processo, a médio ou longo prazo começam os sintomas do cansaço físico e mental e as doenças eclodem no corpo físico.

* Encarar o ato sexual como 'válvula de escape' para as pressões do dia-a-dia e não como permuta energética que nutre duas pessoas que se amam.

* Querer isenções descabidas em estacionamentos públicos.

* Achar que pedir ao amigo para pagar as nossas contas na frente dos outros na fila de banco é algo normal.

* Achar que ir ao nosso templo religioso será a solução para os nossos 'pecados' a fim de continuarmos a viver como sanguessugas do nosso próprio fluido vital.

* Achar que nosso cargo profissional, hierarquia religiosa ou posição social nos garante tratamento diferenciado em lugares públicos e muitas vezes até nos templos religiosos.

* Aproveitar-se de políticas governamentais 'cala-boca' para não precisar trabalhar ou ter que competir de forma justa com os outros.

E muitas outras.

Concordo com Joanna e nós espíritas sabemos que tudo isso termina com a vida material. No mundo espiritual existem bolsões de miséria, mas lá a miséria e moral, a pobreza é somente de caráter e toda essa ilusão que cultivamos aqui no mundo material causa muita rebeldia, revolta e sofrimento na vida extra-física.

Como liberar-se desse sofrimento no mundo espiritual?

Simples. Parar de brincar de férias no corpo físico e assumir a vida física como uma escola, em algumas ocasiões hospital, mas nunca um Spa ou casa de diversão, ou ainda um Shopping.

Não é o "ter" que é o problema, mas o problema é deixar ser possuído pelo "ter", esquecendo-se do "ser".

(Texto publicado no Facebook em 28/02/16)

Armadilhas e lobos...


Estava, há pouco, lendo um texto de O Evangelho Segundo o Espiritismo que fala sobre a missão dos espíritas. Aliás, excelente e atualíssimo texto!

Deparei-me a pensar sobre uma parte que o Espírito Erasto escreve assim:

"Que importam as ciladas que armarem no vosso caminho? Somente os lobos caem nas armadilhas de lobos, pois o pastor saberá defender as suas ovelhas contra os carrascos imoladores".

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Diante das 'ciladas' que armam para nós, é natural perguntarmos: Por que Deus deixou isso acontecer comigo?

Não seria melhor perguntarmos: O que esse acontecimento infeliz pode ensinar-me? Pedirmos a ajuda de Deus dessa forma: Pai, até que ponto sou ovelha e até que ponto sou lobo? Desanuvia meus olhos para eu me autoenxergar melhor!

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Deixar de acusar, de forma viciada, os outros de serem 'lobos' e nos autointitularmos 'ovelhas' é grande passo para o bem-estar de si mesmo.

No pensamento objetivo e profundo de Erasto se caímos numa armadilha para lobos é porque ainda somos, de alguma forma, lobos.

Concordam?

(Texto publicado no Facebook em 27/02/16)

O analfabetismo da alma

Preconceito

Conceito: Qualquer opinião ou sentimento, quer favorável quer desfavorável, concebido sem exame crítico. Perfeita definição do Dicionário Houaiss.

Porque nossas opiniões ainda se baseiam no ódio, na mágoa, na vaidade, na inveja, na arrogância, dentre outros?

Resposta simples. Porque sentimos ódio, mágoa, vaidade, inveja, arrogância e outros... Argumentar dá trabalho: requer estudo, reflexão, ausência de paixão. É mais fácil 'condenar' do que avaliar algo sobre vários aspectos.

Sentimos e não admitimos. Porque muitos de nós fomos educados para sermos perfeitos. Claro que a culpa não é dos nossos pais, pois eles deram o que possuíam por sua vez. Fomos orientados para buscarmos uma ilusória perfeição baseada na convenção social e não na análise de nossos sentimentos e emoções. 

Foi incutido, de forma inconsciente em nós, um medo de abordar tabus, de falar de assuntos 'proibidos' como sexo (não erotismo) e política (não politicagem). Esse processo ainda perdura também na maioria dos centros espíritas.

Sou capaz de dizer que o centro espírita do século XXI não terá escolha, terá que promover estudos sobre os sentimentos e as emoções com o apoio das ciências médicas, biológicas e psicológicas. 

A aliança ciência espiritismo se consolidará, pois já está acontecendo, também no campo do autoconhecimento.

Quatro palavras serão a chave para o espírita desse século: Atitude, Amor, Autoconhecimento e reforma íntima.

Parece teoria, mas é uma prática necessária a todos que quiserem permanecer nesse planeta que começa paulatinamente a adentrar na era de regeneração.

(Texto publicado no Facebook em 26/02/16)

A mediunidade com Jesus


Em um magnífico subtítulo do capítulo XVII (1ª parte) do livro Evolução em Dois Mundos, o Espírito André Luiz afirma:

"Eminentes fisiologistas e pesquisadores de laboratório procuraram fixar mediunidades e médiuns a nomenclaturas e conceitos da ciência metapsíquica, entretanto, o problema, como todos os problemas humanos, é mais profundo, porque a mediunidade jaz adstrita à própria vida, não existindo, por isso mesmo, dois médiuns iguais, não obstante a semelhança no campo das impressões. Por outro lado, espiritualistas distintos julgam-se no direito de hostilizar-lhe os serviços e impedir-lhe a eclosão, encarecendo-lhe os supostos perigos, como se eles próprios, mentalizando os argumentos que avocam, não estivessem assimilando, por via mediúnica, as correntes mentais intuitivas, contendo interpretações particulares das Inteligências desencarnadas que os assistem. A mediunidade, no entanto, é faculdade inerente à própria vida e, com todas as suas deficiências e grandezas, acertos e desacertos, é qual o dom da visão comum, peculiar a todas as criaturas, responsável por tantas glórias e tantos infortúnios na Terra".

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Pois é. 

Será que realmente já entendemos o sentido real da mediunidade? 

Uns a veem como um 'brinquedo do outro mundo'. 
Muitos a veem apenas como um fenômeno complexo a ser estudado pela ciência, a fim de provarmos a imortalidade da alma. 

Outros a veem apenas como meio terapêutico para tratamento de desencarnados sofredores ou endurecidos no mal. 

Outros como uma singular oportunidade de autoconhecimento e de redenção perante a própria consciência...

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Mediunidade é um sentido natural no ser humano a ser desenvolvido e educado com dedicação, responsabilidade, humildade e vontade de expandir o amor do Criador Maior.

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Agora pergunto:

Por que a mediunidade no meio espírita e umbandista (não generalizando) ainda é um tabu? 

Tenho visto centros espíritas fazerem a pessoa estudar anos a fio antes de "desenvolver" a mediunidade. Tenho visto terreiros de Umbanda 'jogar' uma pessoa no trabalho mediúnico sem o mínimo preparo teórico a não ser os achismos do Pai ou Mãe-de-Santo que se encharca de superstições e crendices que ouviu de Espíritos ensandecidos e livros sem o menor fundamento prático.

Por outro lado tenho visto centros espíritas que aboliram a figura do 'reizinho mandão' (Coordenador) e estabeleceram lideranças compartilhadas baseadas na experiência e vivência mediúnica. Fornecem estudos muito bons sem deixar o novato "mofando" na 'antecâmara iniciática' da sala mediúnica. Aboliram o sistema de castas no centro espírita no qual oradores e médiuns são os brâmanes. Não citei os dirigentes porque, nesse contexto, muitos agem como se fosse o próprio Brahman (Deus). 

Vejo também iluminados terreiros de Umbanda que põe a caridade e o estudo da mediunidade acima de qualquer ritual por mais respeitáveis que todos o sejam.

O meu profundo respeito e admiração por todos os dirigentes espíritas de reunião mediúnica e Pais e Mães-de-Santo de terreiros de Umbanda que descentralizam suas figuras para enfatizar a figura de Jesus e do Pai Oxalá refletida no esforço de todos os médiuns abnegados que mais do que emprestar seus corpos para os Espíritos falarem e escreverem já conseguem ver todas as consciências desencarnadas como irmãos em Deus, cada um em seu nível evolutivo. E conseguem sentir a mediunidade como algo natural no ser humano, um instrumento para o autoconhecimento e verdadeira fraternidade.

Quando eu "crescer" quero ser igual a vocês!

(Texto publicado no Facebook em 25/02/16)

Um Presente Divino para Nós


Partimos da informação de que a velocidade da luz são 300.000 Km por segundo.

Se partíssemos da Terra e viajássemos a essa velocidade, gastaríamos 8,3 MINUTOS para chegarmos ao sol.

Se fôssemos "um pouco mais longe" a estrela Alpha Centauri A, faríamos o percurso em 4,34 ANOS LUZ.

Se déssemos um "rolé" na nebulosa de Orion, gastaríamos 1500 ANOS LUZ.

Se estendêssemos o nosso passeio à galáxia de Andrômeda, teríamos que percorrer 2.000.000 de ANOS LUZ (isso mesmo: dois milhões de ANOS LUZ).

Mas poderíamos esticar ao quasar 3C273 e gastaríamos 2.000.000.000 de ANOS LUZ (dois bilhões).

Mas se resolvêssemos nos aventurar aos confins do Universo conhecido (ainda tem mais depois dele), viajaríamos cerca de 10 a 20 bilhões de ANOS LUZ.

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É muita energia, muita matéria e muito Espírito nesse nosso Universo conhecido e talvez existam outros Universos no mundo dito material. 

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Agora vem a pergunta: Por que Deus criou o Universo tão grande assim? Já pararam para pensar nisso? Nem falo sobre as dimensões espirituais dessa obra sem igual!

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Isso tudo é pra nós! Deus não criou nada pra Ele, foi para nós!

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Um Espírito Puro como Jesus ou quiçá de uma 'hierarquia' maior ainda, pode viajar pela velocidade do pensamento, muito maior do que a da luz. Pode adentrar por portais dimensionais e 'sair' em outros Universos!

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Um dia seremos assim também!

Bendita doutrina espírita que eleva o meu pensamento à categoria do infinito ainda que eu esteja guindado ao chão num corpo pesado e com tantas dificuldades no dia-a-dia!

Obrigado, Inteligência Suprema, por amar-nos dessa forma incondicional e ainda inconcebível para nossa mente limitada pela matéria densa!

(Texto publicado no Facebook em 24/02/16)

A verdadeira imunidade contra o poder das trevas

O fato de trabalharmos no bem possibilita-nos imunidade total contra as investidas das trevas?

A resposta decisivamente é não. 

A caridade é, além de outros fatores, a armadura da alma contra as investidas do mal. Resta-nos as seguintes perguntas: Até que ponto a nossa 'caridade' é verdadeiramente caridade? (vide questão 886 de O Livro dos Espíritos).

Até que ponto já somos bons? 

Aliás o que realmente é ser bom? 

Óbvio que Espíritos como Bezerra de Menezes, Emmanuel dentre tantos outros, podem interceder por nós e realizar trabalhos em zonas de trevas sem correr o perigo de suas mentes serem hipnotizadas por Espíritos altamente adestrados na arte da hipnose obsessiva. 

Eles já aprenderam lições preciosas de autoamor e prática abnegada da caridade. Mas e nós, já estamos nesse grau de consciência?

Portanto concluo: A grande maioria dos encarnados (não estou generalizando) é passível sim de sofrer a influência das trevas ou da dimensão umbralina! Até porque boa parte de nós viemos de lá recentemente, ou ainda nem saímos definitivamente de lá! 

Ainda que já consigamos pensar acima dessa vibração egoísta, perguntamos: E as vítimas que fizemos ao longo de nosso processo evolutivo? E as consciências que ainda não nos perdoaram e estão em trevas? Será que já não temos mais nenhuma relação mental com elas? Será que pedindo perdão a Deus sem reparar totalmente o mal que fizemos aos outros, vamos nos livrar desses "empecilhos evolutivos"? Aliás, Deus precisa perdoar alguém?

Defendo a ideia de que a vida em sociedade é algo divino, pois através do outro descobrimos nossas limitações por meio do autoconhecimento com a consequente reforma íntima.

Ficam essas perguntas para aqueles que quiserem manter o diálogo.

O que escrevo não deve ser motivo de desânimo, medo ou pavor, mas de reflexão da responsabilidade que todos nós trazemos quando voltamos ao corpo físico. A vida é muito mais do que os nossos sentidos do corpo físico podem perceber.

(Texto publicado no Facebook em 23/02/16)

Estranho padrão de comportamento


Já vi expressões como:

1. "Fulano fala, posta mensagens nas redes sociais e não faz nada que prega".

2. "Todo pastor é ladrão, padre é pedófilo ou gay, espírita é arrogante e materialista não pode ser uma boa pessoa".

3. "Gostaria tanto que Beltrano assistisse àquela palestra que assisti. Acho que a 'carapuça' serviria para ele".

4. "Quem dera que a corrupção acabasse em nosso país".

5. "Fulano perdeu a reencarnação ao fazer aquilo com o outro".

6. "Aquela pessoa está obsediada".

Essas frases e muitas outras mais revelam nosso vício de santificação, muitas vezes com ofídicas pitadas de maledicência, quando pretendemos estar acima do bem e do mal, agindo no modo "Deus".

Façamos uma pequena análise:

Frase número 1 - Se ele/ela postam ou falam o que não estão fazendo integralmente ou parcialmente o problema é dele/dela. Qual a nossa intenção ao enfatizar que o outro não está praticando o que prega?

Frase número 2 - Generalizar é doença da alma corrompida pela vaidade ou pela revolta contra determinado grupo ou etnia. Revela um preconceito muito grande e prejudicial para quem o cultiva.

Frase número 3 - Quando formos ao nosso culto, gira, missa ou palestra espírita, deixemos de lado os que não foram ou que não quiseram ir, vejamos para nós se aquilo que ouvimos do expositor serviu para nossa reforma íntima.

Frase número 4 - São só os três poderes (legislativo, executivo e judiciários) que são corruptos? Será que os grandes esquemas de corrupção não nascem da pequena corrupção do dia a dia que cultivamos e que já passa por normal?

Frase número 5 - Quem somos nós para dizer que fulano está com a reencarnação perdida? Temos conhecimento do projeto reencarnatório e do histórico espiritual de quem estamos falando? Já ouvimos falar em reprogramação reencarnatória dentro de um mesma encarnação no corpo físico?

Frase número 6 - Porque ao invés de apontarmos a pessoa como estando obsediada, não oramos por ela? Porque não tentamos estudar o caso dela para ver se não podemos ajudar em algo? 

Obsessão acontece por sintonia. 

Lembrete: todos nós somos passíveis de processo obsessivo espiritual.

Aparências podem nos enganar severamente.

(Texto publicado no Facebook em 21/02/16)

Unidade na Espiritualidade



Voltaremos a ser "um" quando a religião estiver envolta pela espiritualidade individual, quando o preconceituoso conceito de raça for vencido pelo fato de que em termos biológicos humanos só há uma raça, até porque os mesmos Espíritos que encarnam numa determinada etnia, encarnam-se também em outra, quando a politicagem partidária começar a ser política para o bem-estar comum, quando o dinheiro não comprar mais favores ou privilégios desmerecidos.

Acreditem!! Isso é possível!!!

Quando os Espíritos codificadores falaram que a proposta do Espiritismo é orientar sobre a impropriedade do materialismo eles abarcavam muito mais do que a crença do nada após a morte, pois o materialismo está presente também nas religiões (materialismo espiritual), nas instituições de 'caridade' e na mente de muitos desencarnados que mesmo sabendo que já estão desencarnados, continuam com a mente voltada para o domínio da vontade alheia e a satisfação dos desejos tão grosseiros como eram quando possuíam um corpo material.

O advento do mundo justo e solidário que queremos depende de cada individualidade querer mais doar do que receber. Quem sente o desejo ardente por um mundo melhor, psiquicamente já vive nele, ainda que fisicamente permaneça no mundo da aparente 'injustiça'. 

A essência do conhecimento espírita, ou seja, a prática do amor sem barreiras, ilumina o cérebro e aquece o coração!

Vamos trabalhar por esse mundo que a gente tanto sonha!

(Texto publicado em 22/02/16)

Religião - entre a arrogância e a espiritualidade


A experiência religiosa de uma outra pessoa, por mais respeitável e legítima que tenha sido, não pode responder todos os nossos questionamentos íntimos.

O problema é o comportamento arrogante de que a nossa experiência religiosa é a única verdadeira e válida para a 'salvação' alheia... 

Ter nossa própria experiência de espiritualidade é usarmos o exemplo de amor abnegado de Jesus e outros grandes discípulos do bem no planeta para elaborarmos nosso próprio roteiro de autolibertação e não para imitarmos exemplos de amor incondicional os quais não temos AINDA estrutura psicológica para obter. 

Expressões como "eu aceitei Jesus como meu Salvador e minha vida amorosa e financeira mudou"; "o dízimo é a porta para a salvação"; "temos que seguir as orientações doutrinárias das federativas a qualquer preço e estabelecermos um selo doutrinário de qualidade"; "Espíritos desencarnados só podem se manifestar na reunião mediúnica" estão eivadas de medo de se entregar a si mesmo, compreender que somos uma individualidade, únicos no Universo, admitir que nossa mente pode estar engessada pelo orgulho e pela vaidade e que PRECISAMOS DEIXAR DE QUERER SER PARA A SOCIEDADE AQUILO QUE AINDA NÃO SOMOS PARA NÓS MESMOS.

(Texto publicado no Facebook em 19/02/16)

A título de companheirismo

Quando alguém perde o corpo físico, falamos aos seus familiares e amigos: "Oraremos por ele/ela, mas desapegue-se porque ele sentirá a sua revolta ou o seu apego e isso fará mal para ele/ela".


A questão é mais profunda do que essa: Há recursos energéticos, no mundo espiritual, para os desencarnados queridos que são mentalmente ligados a nós não sofrerem o impacto da nossa revolta ou apego, a não ser que eles precisem, de alguma forma, receber o impacto dessas vibrações descompensadas emitidas pela nossa mente de encarnados.

Acho mais urgente a seguinte reflexão do encarnado sofredor dele para com ele mesmo: Por que estou sofrendo tanto com a morte da pessoa que tanto amo? O que predomina em meus sentimentos quando penso naquele ente querido que desencarnou?

* Ódio por quem o matou? (caso ele tenha sido assassinado)

* Desespero pela forma como ele/ela morreu?

* Distanciamento físico?

* Apego por querer ficar mais tempo "ao lado" dele ou dela?

Se for espírita ou possuir conceitos espiritualistas de vida após a morte, o encarnado não precisa de "sermões" formatados sobre o desapego ou a resignação. O que ele/ela precisam é trabalhar os próprios sentimentos. Entenderem que não podemos basear a nossa felicidade nos outros, ainda que sejam filhos, amigos, ou parentes do coração!

Urgente se faz, para aqueles que perderam seus entes queridos e não conseguem satisfatoriamente se estabilizar depois de algum tempo, o autoconhecimento e a reforma íntima.

A nossa grande realidade atual é uma herança de orgulho e egoísmo. Querer "prender" as pessoas que amamos ao nosso lado!

Querer que elas fiquem eternamente conosco!

Não entender que cada um, por mais dolorosa que seja a desencarnação, tem um determinado tempo a ser cumprido no corpo físico!

Não podemos ter todas as respostas que queremos, mas precisamos responder esses questionamentos íntimos que estamos "jogando para debaixo do tapete".

Sejamos felizes! 

Tentemos superar esse 'vazio' deixado pela "morte" de quem amamos! Mas façamos isso por nós mesmos e não por eles somente! Dessa forma eles muito se alegrarão de nos ver felizes!

(Texto publicado no Facebook em 20/02/16)

Liberdade de expressão e movimento espírita

Somos livres, podemos ler o que quisermos e quando quisermos!

Quando estou conversando no centro espírita ou em qualquer outro lugar que estejamos falando de doutrina espírita e alguém me pergunta se pode ler livros 'proibidos' ou 'não indicados' por tal pessoa ou instituição, respondo:

Somos livres, podemos ler o que quisermos e quando quisermos!

Mas se a pessoa realmente está interessada num roteiro de estudo da doutrina espírita, sugiro que ela comece com:

* A obra de Allan Kardec, de preferência por O Livro dos Espíritos. A Codificação Kardequiana é atualíssima, muitos de nós é que não nos atualizamos com ela quando preferimos continuar exercendo alguns vícios religiosos trazidos de outras experiências reencarnatórias. 

Leiam e pesquisem também:

* Os livros psicografados por Chico Xavier e Divaldo Franco. 

* Saboreiem com calma a obra de Yvonne do Amaral Pereira. 

* Estudem a crítica inteligente e atualíssima de José Herculano Pires. 

* Esclareçam-se com a obra de Herminio C. Miranda. 

* Leiam também os livros psicografados por Robson Pinheiro.

* Conheçam a obra de Carlos Baccelli.

* Reflitam com as obras psicografadas por Wanderley Oliveira.

* Entrem em contato com as obras de Agnaldo Paviani e André Luiz Ruiz.

* Leiam Miramez através de João Nunes Maia, Ramatis através de Hercílio Maes. 

* Conheçam a obra de Pietro Ubaldi, dentre outros.

* Leiam e estudem livros não espíritas de ciência, história, sociologia e comparem com os princípios básicos da doutrina espírita, enfim.

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Leia, mas leia sem arrependimento, culpa ou medo. Ler, estudar, comparar e tirar suas próprias conclusões e não "condenar" ou se omitir devido a informações preconceituosas dos outros.

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A nossa diretriz é a obra personificada em Allan Kardec, mas o nosso guia é a nossa própria consciência.

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Tenho encontrado muitas coisas boas e excelentes nas obras ditas "proibidas" pelos status quo do movimento espírita. Tenho refletido e preferido não divulgar (o que não quer dizer condenar) algumas informações que ainda acho carentes de maiores fundamentos. Tenho crescido com as 'próprias pernas' e não através do "achismo alheio".

(Texto publicado no Facebook em 18/02/16)